segunda-feira, junho 05, 2006
sexta-feira, junho 02, 2006
Se tocar guitarra eléctrica desta forma...
...implica ter este aspecto, eu talvez me fique pela gaita de beiços!
Homenagem às pessoas que teimam em usar palavras caras nas frases apenas porque ficam bem, embora não saibam o seu significado:

É fascinante, este modo de escrita extremamente sublime. Ora vejamos: a ode poética na qual está inserido é envolvido por intrigas que suscitam todos e quaisquer modus operandi derivados de qualquer informação retirada do contexto.
Caso reflictamos de forma profunda, concluímos que toda esta geração de sujeitos que a priori levantam suspeitas, são caracterizados juntamente com toda uma panóplia de animosidade que nos obriga a entrar em contacto com o mais intímo do nosso je ne sais quoi.
Termino este texto inóquo, repleto de palavras proferidas em vão, refutando tudo o que afirmei atrás. Com isto espero alertar suas senhorias para o que está para vir, pois sem palavras ambíguas, não existem sumptuosidades, meus caros.
Tributo à Geração (DESEN) Rasca!
De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípio de 80 não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque vivíamos em condições inapropriadas, sem meios e expostos a perigos mortíferos.
As nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e “airbags” - viajar à frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa, e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar na rua. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e não morremos por isso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar os travões. Mas depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saímos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos PlayStation, XBox, 40 canais de tv, jogos de vídeo, home-cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos e se os quiséssemos encontrar íamos à rua.
Saltávamos à corda, jogávamos ao elástico e à bola, e até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos alguns ossos, mas sempre sem processos em tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
Batíamos às portas dos vizinhos e fugíamos, e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
As nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e “airbags” - viajar à frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa, e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar na rua. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e não morremos por isso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar os travões. Mas depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saímos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos PlayStation, XBox, 40 canais de tv, jogos de vídeo, home-cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos e se os quiséssemos encontrar íamos à rua.
Saltávamos à corda, jogávamos ao elástico e à bola, e até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos alguns ossos, mas sempre sem processos em tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
Batíamos às portas dos vizinhos e fugíamos, e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não, íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem, eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade e responsabilidade, conhecíamos o sucesso e o fracasso, e aprendemos a lidar com tudo.
És um deles? Parabéns!
quinta-feira, junho 01, 2006
Dose dupla do Gato Fedorento
Rap dos Matarroanos
O primo Zé Carlos
PS: Se demorar muito a carregar carreguem no play, depois no pause, e esperem que carregue o vídeo inteiro. Assim conseguem ver sem "soluços".
Enjoy!
O primo Zé Carlos
PS: Se demorar muito a carregar carreguem no play, depois no pause, e esperem que carregue o vídeo inteiro. Assim conseguem ver sem "soluços".
Enjoy!
Hoje é o teu dia!

Tem um Feliz Dia da Criança! LaLaLa
Se tens saudades desses velhos tempos, dá uma vista de olhos neste site e vê lá se encontras algo de familiar. Se encontrares, parabéns! Fazes parte da famosa geração (DESEN) Rasca!
E já agora do que é que tens mais saudades?
Se tens saudades desses velhos tempos, dá uma vista de olhos neste site e vê lá se encontras algo de familiar. Se encontrares, parabéns! Fazes parte da famosa geração (DESEN) Rasca!
E já agora do que é que tens mais saudades?
O estado da nação
Estava eu nas aulas a fazer aquilo que toda a gente faz - ler o Metro, fazer o sudoku e as palavras cruzadas - quando reparei numa caixa de texto interessante. Nela estava exposto o "Top CD" e "Top DVD/VHS Musical" dos mais vendidos em Portugal .. e aí tudo fez sentido! Ora reparem:
TOP CD:
1 - "Morangos com açucar" - Vários (Farol)
2 - "Dei-te quase tudo" - Vários (Farol)
3 - "Paulo Gonzo" - Paulo Gonzo (Farol)
4 - "Ao vivo no Coliseu" - Tony Carreira (Espacial)
5 - "Vida" - Paulo de Carvalho (Farol)
6 - "Oral fixation Vol. 2" - Shakira (Sony BMG)
7 - "A história de António Variações" - António Variações (EMI/VC)
8 - "Stadium Arcadium" - Red Hot Chilli Peppers (Warner)
TOP DVD:
1 - "Eu aqui" - FF (Farol)
2 - "Morangos com açucar" - Vários (Farol)
3 - "Dei-te quase tudo" - Vários (Farol)
4 - "Paulo Gonzo" - Paulo Gonzo (Sony BMG)
Ora bem, começo a achar que nós temos o país que merecemos! Não há mesmo volta a dar á questão! Um paraíso á beira-mar plantado que só ouve e lê trampa, não merece - e não consegue - mesmo sair do cu da Europa...digo eu, claro.
PS: Invistam na editora "Farol" que parece ser uma boa aposta a curto/médio prazo...
New Kids On The Block
A propósito da minha apresentação como blogueiro, lembrei-me de algo que admirei há já muito tempo atrás...
Estais lembrados desta espantástica banda de seu nome New Kids On The Block ?
Sugiro que observem com redobrada atenção o clip da maviosa cantiga "Step By step".
Deixo-vos com um suspiro de saudade...
Estais lembrados desta espantástica banda de seu nome New Kids On The Block ?
Sugiro que observem com redobrada atenção o clip da maviosa cantiga "Step By step".
Deixo-vos com um suspiro de saudade...
The new kid on the block
terça-feira, maio 30, 2006
Espaço cultural
Neste post vou-vos falar de música, mais concretamente sobre dois projectos amadores que, a continuarem assim, rápidamente deixarão de o ser.
Um destes projectos é de RAP Angolano. Só rir... se vocês quiserem levantar a moral oiçam o ultimo (e unico) album do Conjunto Ngonguenha. Este, é um disco gravado em 2001, mas só saiu em boa hora da gaveta em 2004. Este disco é bom "...para meter enquanto arrumas a casa.." (by Condutor) .
Outro projecto interesante, um tanto ao quanto diferente do Conjunto Ngonguenha, é o projecto do Condutor. É mais uma onda Chill out com algumas influencias de Hip-Hop. Pelo pouco que ouvi, também tem pernas para andar. Sigam os links para ouvirem alguns sons dos dois projectos:
Conjunto Ngonguenha - aqui
Condutor - aqui
Um destes projectos é de RAP Angolano. Só rir... se vocês quiserem levantar a moral oiçam o ultimo (e unico) album do Conjunto Ngonguenha. Este, é um disco gravado em 2001, mas só saiu em boa hora da gaveta em 2004. Este disco é bom "...para meter enquanto arrumas a casa.." (by Condutor) .
Outro projecto interesante, um tanto ao quanto diferente do Conjunto Ngonguenha, é o projecto do Condutor. É mais uma onda Chill out com algumas influencias de Hip-Hop. Pelo pouco que ouvi, também tem pernas para andar. Sigam os links para ouvirem alguns sons dos dois projectos:
Conjunto Ngonguenha - aqui
Condutor - aqui
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